Duas pessoas distintas. Uma amadureceu muito cedo na vida passando por provações que exigiram ações adultas ainda na adolescência. A outra ja viveu o suficiente para ser o que costumam chamar de pessoa madura.
Uma relação entre as duas só poderia ser assim como ambas madura. Mas não  exatamente. Parece-me que quanto maior o amor maior a probabilidade e comportamentos infantis. Dificuldades que poderiam ser resolvidas com dialogo são negligenciadas por provocações e birras. Coisas que deveriam ser colocadas em pratos limpos desde sempre são escondidas por pura insegurança infantil.
E ainda há o orgulho de dar o braço a torcer. Uma competição mesquinha de quem vai ser o primeiro a pedir desculpas e quanto tempo para perdoar é necessário para continuar fazendo o tipo durão.
A notícia boa é que o amor verdadeiro não depende de maturidade para se manter. As vezes é exatamente a jovialidade que torna as coisas mais leves. São as birras que dão sentido aos momentos sérios. E as provocações que provam o quanto o outro se importa.
Ninguém além do casal pode e nem deve opinar sobre a maturidade da sua relação. As experiências vividas são exatamente as que eram possíveis e necessárias para o desenvolvimento de cada um. Não é a maturidade que faz a relação durar.
É o amor.
Postado por Cristina Farias

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